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  • 16ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2019 | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto 16ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2019 Voltar 16ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2019 Rei: Arnaldo Dutra Rainha: Dezielle Alves Costa Mordomo: Nilzete Rodrigues de Freitas

  • 19ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2024 | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto 19ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2024 Voltar 19ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2024 Rei: Pedro Rainha: Maria Rufina Mordoma: Nilzete Rodrigues de Freitas

  • Associação Quilombola Escrava Feliciana | Cultura Quilombola em Itinga MG

    A Associação Quilombola Social e Cultural Escrava Feliciana (AQSCEF) preserva a cultura afro-brasileira, fortalece comunidades quilombolas e promove educação, turismo cultural e desenvolvimento social em Itinga, MG. PRESERVANDO NOSSAS RAÍZES FORTALECENDO NOSSA IDENTIDADE. A Associação Quilombola Social e Cultural Escrava Feliciana atua pela valorização da cultura, da memória e dos direitos da comunidade quilombola. CONHEÇA NOSSA HISTÓRIA COMUNIDADE Ações e projetos que promovem o bem-estar e o desenvolvimento da nossa comunidade. CULTURA Preservamos tradições, saberes e manifestações culturais do nosso povo. RESISTÊNCIA Nossa história é marcada por luta, força e conquista de direitos. TRADIÇÃO Mantemos vivas as raizes quilombolas para as futuras gerações. SOBRE NÓS Fundada para promover ações sociais, culturais. educativas e económicas, a Associação Quilombola Social e Cultural Escrava Feliciana tem como missão valorizar a história da Escrava Feliciana e lutar por dignidade, igualdade e reconhecimento. SAIBA MAIS SOBRE A ASSOCIAÇÃO DESTAQUES Nossas Tradições Conheça as manifestações culturais que mantem viva nossa história. LER MAIS Projetos Ações que transformam vidas e fortalecem nossa comunidade. LER MAIS Nossa História A história de luta e coragem da Escrava Feliciana que inspira gerações. LER MAIS Notícias Fique por dentro das atividades, eventos e conquistas da associação. LER MAIS FAÇA PARTE DESSA HISTÓRIA! Sua contribuição ajuda a preservar nossa cultura. apolar projetos e fortalecer nossa comunidade. DOE OU APOIE APOIE PROJETOS VALORIZE A CULTURA FORTALEÇA A COMUNIDADE

  • 8ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2011 | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto 8ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2011 Voltar 8ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2011 Rei: Edmilson Jose Oliveira Barbosa Rainha: Isabel Cristina Silva Terêncio Mordomo: Gilza Rodrigues dos Santos

  • Projetos Sociais e Culturais | AQEF - Cultura Quilombola em Minas Gerais

    Conheça os projetos sociais, culturais, educacionais e ambientais desenvolvidos pela Associação Quilombola Escrava Feliciana para fortalecer comunidades tradicionais. NOSSOS PROJETOS Clique e descubra mais detalhes sobre nossos projetos e confira nossa galeria. Festa da Escrava Feliciana (MODELO) Saiba mais 20ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2025 Saiba mais 19ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2024 Saiba mais 18ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2023 Saiba mais 17ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2022 Saiba mais Festa da Escrava Feliciana, ano 2020 Saiba mais 16ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2019 Saiba mais 15ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2018 Saiba mais 14ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2017 Saiba mais 13ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2016 Saiba mais 12ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2015 Saiba mais 11ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2014 Saiba mais 10ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2013 Saiba mais 9ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2012 Saiba mais 8ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2011 Saiba mais 7ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2010 Saiba mais 6ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2009 Saiba mais 5ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2008 Saiba mais 4ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2007 Saiba mais 3ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2006 Saiba mais 2ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2005 Saiba mais 1ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2004. Saiba mais

  • Nossa História | AQEF - Cultura Quilombola em Minas Gerais

    Conheça a trajetória da Escrava Feliciana e a história da Associação Quilombola Social e Cultural Escrava Feliciana, fortalecendo a cultura afro-brasileira e a memória quilombola. A Associação A DIRETORIA NOSSOS ASSOCIADOS Nossa História A Associação Quilombola Social e Cultural Escrava Feliciana (AQUEF) é fruto de um movimento de valorização da memória, da cultura e da religiosidade popular existente no município de Itinga, Minas Gerais. A inspiração para esse movimento surgiu a partir dos estudos e do incentivo do médico e folclorista Dr. Joaquim Souto Filho, que identificou a existência de uma devoção centenária à Escrava Feliciana, personagem presente na tradição oral do município e reverenciada por muitas pessoas como símbolo de fé, resistência e esperança. Segundo a tradição transmitida de geração em geração, Feliciana era uma jovem escravizada que sofreu intensa perseguição e violência motivadas pelo preconceito e pela crueldade de sua senhora. A narrativa popular conta que ela foi lançada em um forno ainda em brasas, conseguindo sair gravemente ferida. Sem receber ajuda por medo da influência de seus algozes, percorreu a região por dias até ser acolhida por um vaqueiro, falecendo pouco tempo depois. Ainda de acordo com a tradição, acontecimentos considerados extraordinários marcaram seu sepultamento, dando origem à devoção popular que permanece viva até os dias atuais. Com o objetivo de organizar e fortalecer esse movimento cultural e religioso, foi criada, em 2004, a Associação Quilombola dos Devotos da Escrava Feliciana, responsável pela realização da primeira festividade em sua homenagem. Em 2014, a entidade foi reorganizada, sendo constituída a atual Associação Quilombola Social e Cultural Escrava Feliciana (AQUEF), sucedendo a associação anterior e ampliando sua atuação. Seu primeiro presidente foi Pierry Augusto Gusmão de Menezes, sendo posteriormente sucedida pelo atual presidente, Alírio Ramos da Silva. Desde então, a AQUEF desenvolve ações voltadas à preservação da memória da Escrava Feliciana e à valorização da cultura afro-brasileira, promovendo a tradicional Festa da Escrava Feliciana, incentivando a religiosidade popular, fortalecendo a consciência negra, contribuindo para o turismo religioso e cultural e resgatando as tradições que fazem parte da identidade histórica de Itinga e do Vale do Jequitinhonha. Mais do que preservar uma história, a AQUEF busca manter vivo um patrimônio cultural construído pela fé, pela memória coletiva e pelo compromisso com a valorização das raízes, da identidade e da dignidade do povo quilombola e de toda a comunidade itinguense. DOCUMENTAÇÃO NOSSA HISTÓRIA MISSÃO Preservar e promover a memória da Escrava Feliciana, fortalecendo a cultura afro-brasileira, a religiosidade popular, a consciência negra e o desenvolvimento social, cultural e turístico de Itinga. VISÃO Ser reconhecida como referência na preservação do patrimônio histórico, cultural e religioso ligado à Escrava Feliciana, contribuindo para a valorização da identidade quilombola e da cultura do Vale do Jequitinhonha. VALORES Respeito à dignidade humana. Valorização da cultura e da memória afro-brasileira. Fé e respeito à religiosidade popular. Igualdade racial e justiça social. Ética, transparência e responsabilidade. Inclusão, solidariedade e participação comunitária. Preservação do patrimônio histórico e cultural. Compromisso com as futuras gerações. DIRETORIA Conheça os que são responsáveis por tudo acontecer. CONFIRA NOSSOS ASSOCIADOS CONFIRA HISTÓRIA DA ESCRAVA FELICIANA História da Escrava Feliciana A história da Escrava Feliciana constitui um dos mais importantes patrimônios da memória e da tradição oral do município de Itinga, no Vale do Jequitinhonha. Transmitida de geração em geração há mais de dois séculos, sua trajetória permanece viva na religiosidade popular e na identidade cultural da região. Segundo os relatos preservados pelos moradores mais antigos, os acontecimentos teriam ocorrido entre os séculos XVIII e XIX, em uma fazenda localizada na região conhecida como Pasmado/Pedrado, território situado entre os atuais municípios de Itinga e Medina, em Minas Gerais. A tradição conta que Feliciana era uma jovem negra escravizada, com aproximadamente 15 anos de idade. Ela teria sido adquirida por uma influente família da região durante uma viagem destinada à compra de mudas de laranjeiras. Dona de rara beleza, simplicidade e profundo espírito religioso, Feliciana despertou o ciúme de sua senhora, Maria Joaquina, que passou a persegui-la e submetê-la a constantes maus-tratos. Segundo a tradição, movida pelo ciúme e pela crueldade, Maria Joaquina ordenou que um forno utilizado para assar quitandas fosse aquecido. Em seguida, determinou que outros escravizados lançassem Feliciana em seu interior. Os relatos contam que, enquanto permanecia no forno em meio ao intenso sofrimento, a jovem não pronunciou palavras de revolta ou ódio. Ao contrário, permaneceu em oração, entregando sua vida a Deus e demonstrando uma fé que impressionou aqueles que presenciaram a cena. Quando o forno foi aberto, Feliciana ainda estava viva. Gravemente queimada, conseguiu sair e seguiu caminhando pela região em busca de socorro. Antes, porém, Maria Joaquina teria ameaçado toda a comunidade, afirmando que qualquer pessoa que ousasse ajudar a jovem sofreria o mesmo castigo. Temendo a influência e o poder da família, ninguém teve coragem de prestar auxílio. Durante três dias e três noites, segundo a tradição, Feliciana caminhou pela região, gemendo de dor e pedindo ajuda. Apesar do sofrimento extremo, manteve sua confiança em Deus até os últimos momentos de sua vida. Ao final dessa dolorosa caminhada, um vaqueiro que procurava bezerros perdidos nas proximidades encontrou a jovem gravemente ferida. Sensibilizado com seu estado, acolheu-a e tentou cuidar de seus ferimentos. Entretanto, devido à gravidade das queimaduras, Feliciana faleceu pouco tempo depois. Os relatos populares afirmam que, logo após sua morte, acontecimentos extraordinários marcaram aquele lugar. Inúmeras borboletas passaram a sobrevoar seu corpo e um perfume suave e agradável tomou conta do ambiente, fato que impressionou profundamente o vaqueiro. Com respeito e piedade, ele a sepultou no próprio local onde faleceu, colocando uma pequena cruz e algumas pedras para marcar sua sepultura. Com o passar do tempo, aquele lugar tornou-se um espaço de oração e peregrinação. Segundo a religiosidade popular, inúmeras pessoas passaram a visitar o túmulo da Escrava Feliciana para fazer suas preces, agradecer graças alcançadas e pedir sua intercessão junto a Deus. A fama de mulher santa e milagrosa espalhou-se por toda a região, fortalecendo uma devoção que permanece viva até os dias atuais. Grande parte dessa tradição foi preservada por antigos moradores da região. Entre eles destacam-se os relatos do Senhor Adair, que afirmava ter ouvido a história de um idoso escravizado, vizinho do Senhor Cirilo, que teria conhecido Feliciana, e do Senhor Rosalino, filho do Senhor João Bonito e neto do Senhor Quirino, cujo avô também dizia ter conhecido a jovem e confirmado os acontecimentos narrados. Até hoje, a memória da Escrava Feliciana é preservada por meio da fé popular, das novenas, da oração do terço, das manifestações culturais e da tradicional Festa da Escrava Feliciana, realizada anualmente no mês de novembro. Para milhares de devotos, Feliciana representa um símbolo de inocência, resistência, fé inabalável, esperança e amor a Deus, tornando-se um importante patrimônio cultural, religioso e histórico do Vale do Jequitinhonha. A Importância da Escrava Feliciana É com imensa satisfação que escrevo estas palavras para expressar, sob minha ótica, a importância da Escrava Feliciana para o povo e a cidade de Itinga. Essa relevância pode ser compreendida a partir de três grandes eixos: o Histórico, a Religiosidade e o Turismo. A história da Escrava Feliciana nos remete a um capítulo profundo da memória brasileira e itinguense, quando a força de trabalho nas grandes fazendas era composta por pessoas escravizadas, trazidas do continente africano. Essas pessoas viveram em condições desumanas, enfrentando violências e humilhações que, em grande parte, não foram registradas e, por isso, permanecem desconhecidas. A trajetória de Feliciana nos revela uma dessas histórias silenciadas — vítima de um assassinato brutal motivado pelo racismo, que ainda nos assombra até os dias atuais. Outro aspecto fundamental em torno da figura de Feliciana é a vivência da fé. Há mais de 100 anos, a “Santa Friciana”, como é carinhosamente chamada por seus devotos, tem sido fonte de devoção popular. São inúmeros os relatos de graças e milagres atribuídos à sua intercessão, fortalecendo a religiosidade do nosso povo. Atualmente, realiza-se anualmente a Festa da Escrava Feliciana, que tem como um de seus principais objetivos preservar e celebrar essa tradição. A festividade, além de manter viva a memória e a fé, também impulsiona um dos setores que mais cresce no mundo: o turismo religioso, gerando oportunidades econômicas e promovendo a valorização da cultura local. Finalizo com um sincero agradecimento à Escrava Feliciana, por sua história, por sua fé e por seu legado. Que sua memória jamais seja esquecida, e que continue a inspirar a construção de uma sociedade mais justa, tolerante e humana. Pierry Augusto Gusmão de Menezes DOCUMENTAÇÃO Confira nossa documentação e prestação de contas. Clique para visualizar e fazer download. NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO - DR. JOAQUIM SOUTO FILHO Relatório 2014_2015 Prestação de Contas 2016 + Ver mais

  • 14ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2017 | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto 14ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2017 Voltar 14ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2017 Rei: André Pereira Borges Rainha: Nilzete Rorigues de Freita Mordomo:

  • Festa da Escrava Feliciana (MODELO) | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto Festa da Escrava Feliciana (MODELO) Voltar Festa da Escrava Feliciana (MODELO) História da Festa da Escrava Feliciana E 2004 foi criada a Associação Quilombolas dos Devotos da Escrava Feliciana e neste mesmo ano a Associação realizou a primeira Festa da Escrava Feliciana. De 2004 até 2011 esta associação realizou as festas, em 2012 deu baixa nesta associação e foi criada a Associação Quilombola Social e Cultural Escrava Feliciana, entidade que assumiu as festividades da Escrava Feliciana. A Festa sempre é realizada na semana da consciência negra e tem como objetivo, trabalhar o desenvolvimento do turismo religioso, resgate da cultura local, consciência negra e promover os artistas e artesões da região. São onze dias de festividades, pelas comunidades e zona urbana de Itinga, onde tem uma grande participação da população. Para melhor organização, as atividades são divididas com o Rei da Festa, Rainha da Festa e Mordomos da Festa, estes personagens tem a responsabilidade de contribuir na organização e realização da mesma.

  • 10ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2013 | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto 10ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2013 Voltar 10ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2013 Rei: Pierry Augusto Gusmão de Menezes Rainha: Rosane Ramos dos Santos Mordomo: Hermerson Luz Versiani Gusmão

  • 4ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2007 | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto 4ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2007 Voltar 4ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2007 Rei: Paulo Roberto Gusmão Sato Rainha: Cristiane leão Mordomo:

  • 13ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2016 | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto 13ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2016 Voltar 13ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2016 Rei: Valteir Soares Antunes Rainha: Salene das Graças Pereira dos Santos Mordomo: Rosane Ramos dos Santos

  • 9ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2012 | Quilombola Feliciana

    Conheça o projeto 9ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2012 Voltar 9ª Festa da Escrava Feliciana, ano 2012 Rei: Tedi dos Santos Pereira Rodrigues Rainha: Maria da Conceição Luiz da Silva Mordomo: Maria das Virgens

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